Nos Estados Unidos é comum pais alfabetizarem seus filhos em casa. Nos primeiros dias deste ano, a polícia norte-americana recebeu a denúncia de um casal que mantinha em cárcere 13 filhos, todos acorrentados. No diretório escolar do Estado da Califórnia, a casa em que vivem, encontra-se registrada como colégio particular.

O aumento da preocupação com a violência nas escolas norte-americanas, desde 1999 após o massacre de Columbine, no Colorado, tem oportunizado a criação de programas em que, especialistas são treinados para detectarem alunos e professores com potencial violento. Esses grupos, denominados Equipe de Avaliação de Ameaças em Escolas (START), avaliam os riscos de possível violência em escolas e ajudam em casos emergenciais.

Distúrbios de games é a nova patologia que será incluída na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID). Os especialistas em uso da tecnologia reconhecem os benefícios dessa decisão, porém advertem para que não caiamos na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. Alguns pais podem pensar que seus filhos têm problemas, quando, na verdade, eles sejam apenas 'empolgados' jogadores de videogame.

As pesquisas sobre educação no Brasil indicam que a matemática tem sido uma pedra no sapato dos estudantes.  Isso porque eles não conseguem ver aplicabilidade no dia-a-dia.  O sistema educacional está em falta cada vez mais com os estudantes, e isso se explica pela falta de perfis STEM (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

Os jovens precisam ver alguma utilidade nos conteúdos que são ensinados com o uso da matemática: ter habilidade para diferenciar uma boa aplicação financeira ou o ceticismo suficiente para questionar as estatísticas divulgadas pelo Governo. A falta de motivação é uma das grandes tragédias da matemática, segundo Wolfran, um físico que ficou conhecido por apostar no fim dos cálculos à mão.

Em novembro passado, o Fórum Econômico Mundial divulgou um relatório sobre as diferenças de oportunidades para homens e mulheres em 144 países, e o Brasil posicionou-se como pior colocado entre as economias da América Latina.