Marca Estdio Par ou mpar sobre fundo

Jogos lúdicos educativos, para entretenimento com aprendizagem. É assim que criamos jogos, com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento do cognitivo e da criatividade, afinal de contas, QUERER APRENDER faz bem!

Prata é lata: um país dos sem noção!

Dentre os trinta e oito países entrevistados para uma pesquisa sobre a percepção da realidade, em 2017, o Brasil posicionou-se em segundo lugar. Medalha de prata num ranking como o país MAIS SEM NOÇÃO SOBRE a realidade que o cerca. E olha que em 2016 éramos o sexto no ranking.

Taxas de homicídios, imigração, gravidez na adolescência, saúde pública são alguns dos temas abordados na pesquisa, e que nos países que se posicionaram nos primeiros lugares do pódio tiveram percentuais de percepção parecidos e bem distantes da realidade em que vivem.

Os cientistas dizem que as notícias sobre violência, questões políticas, de cunho nacional e internacional e administrativo-financeiros que envolvem a saúde pública sejam fatos objetivos e menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e crença pessoal.

No Brasil luta-se por uma educação isonômica, PORÉM, mais que isso URGE debates, discussões sobre temas atuais que auxiliem o SUJEITO na formação de senso crítico. Afinal de que adianta educar sem transversalidade.

Ficam as questões deixadas por Cersosimo, Diretor da Ipsos Público Affairs, empresa responsável pela pesquisa: Qual modelo de sociedade estamos formando? Quais ferramentas o Brasil está provendo para seus cidadãos”. 

FONTE: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/os-brasileiros-tem-uma-percepcao-equivocada-da-realidade

 
 

Você sabia que os jogos também podem ser educativos?

O problema é que quem produz jogos educativos pensa que eles devem apresentar uma relação literal do mundo e não deixam espaço para o imaginário criativo.

Klopfer (2008) diz que é fácil para pais e professores observarem o que os alunos estão ‘aprendendo’ nos jogos educativos porque basta uma rápida observação para entender qual o tema explorado. O ideal seria utilizar os jogos educativos como condutor de conteúdos que possam ser explorados de maneira didática e interdisciplinar.

Puxa! Mas as abstrações também podem ser alvo de ensino. Aí os jogos passam a ser transmissores dos conteúdos educacionais para os jogadores, como se fossem reforços positivos para os educandos e excelente ferramenta de ensino para os educadores.

Quer jogar? 

Referencial:

KLOPFER, Eric. Augmented learning: research and design of mobile educational games. Cambridge: The MIT Press, 2008.